Política de Privacidade

Versão 1.0 · Última atualização: 28 de junho de 2026 · Vigência: 28 de junho de 2026

Conteúdo
  1. Quem somos
  2. Controlador e Operador
  3. Definições
  4. Dados que coletamos
  5. Finalidades
  6. Bases legais
  7. IA e decisões automatizadas
  8. Suboperadores
  9. Transferência internacional
  10. Direitos do titular
  11. Retenção
  12. Segurança
  13. Encarregado (DPO)

Esta Política descreve como a Mazacode LTDA, inscrita no CNPJ sob o nº [CNPJ a confirmar], operadora da plataforma MedFollowUp ("Plataforma", "nós"), trata dados pessoais, em conformidade com a Lei nº 13.709/2018 — Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), com o Marco Civil da Internet (Lei nº 12.965/2014) e com o Código de Defesa do Consumidor (Lei nº 8.078/1990), no que aplicável.

A MedFollowUp é uma plataforma de secretária de inteligência artificial, CRM e atendimento por WhatsApp para clínicas e consultórios no Brasil. Vendemos software a estabelecimentos de saúde; não prestamos serviços médicos a pacientes.

1. Quem somos e o objetivo desta Política

Operamos a Plataforma com sede em «endereço a confirmar». As clínicas acessam a Plataforma em app.medfollowup.com; o site institucional fica em medfollowup.com. Esta Política cobre dois fluxos de dados distintos, com papéis diferentes sob a LGPD — leia a Seção 2, que determina quem é responsável por cada decisão sobre os seus dados.

2. Papéis sob a LGPD: Controlador e Operador

A LGPD distingue o Controlador (quem decide o tratamento — Art. 5º, VI) do Operador (quem trata os dados em nome do Controlador — Art. 5º, VII). Na MedFollowUp esses papéis variam:

SituaçãoTitularesPapel da MedFollowUpPapel da clínica
Dados da equipe da clínica e dados cadastrais/de pagamentoSócios, gestores, médicos, recepcionistasCONTROLADORATitular / parte contratante
Dados dos pacientes (incl. dados sensíveis de saúde)Pacientes atendidos pela clínicaOPERADORACONTROLADORA

Na prática: em relação aos dados de pacientes, a clínica é a Controladora e define finalidades e limites; a MedFollowUp atua como Operadora, tratando esses dados apenas para executar o serviço, conforme o DPA. Pedidos de pacientes são dirigidos primeiro à clínica, e nós a auxiliamos.

3. Definições (LGPD, Art. 5º)

4. Dados que coletamos

4.1. Dados da equipe da clínica e do cliente (somos Controladores)

4.2. Dados de pacientes (somos Operadores; a clínica é Controladora)

Não buscamos coletar de pacientes dados sensíveis além do necessário ao agendamento e relacionamento clínico-administrativo. A IA não solicita diagnósticos nem dados sensíveis adicionais.

5. Para que usamos os dados (finalidades)

6. Bases legais (LGPD, Arts. 7º e 11)

6.1. Dados da equipe/cliente (não sensíveis)

FinalidadeBase legal (Art. 7º)
Prestar e administrar o serviçoExecução de contrato (V)
Cobrança, NFS-e, escrituraçãoObrigação legal (II) + execução de contrato
Segurança, prevenção a fraude, melhoriaLegítimo interesse (IX), com salvaguardas
Marketing do próprio MedFollowUpConsentimento (I) ou legítimo interesse, com opt-out

6.2. Dados sensíveis de saúde (tratamento como Operadora)

Observa o Art. 11 da LGPD. Como Operadora, seguimos a base definida pela clínica (Controladora), tipicamente: tutela da saúde, por profissionais/serviços de saúde (Art. 11, II, "f"); e/ou consentimento específico e destacado (Art. 11, I), quando aplicável. A clínica é responsável por possuir base legal válida e obter consentimento para a comunicação por WhatsApp.

7. Inteligência artificial e decisões automatizadas

A Plataforma usa IA para redigir respostas administrativas, classificar a intenção da mensagem e conduzir fluxos de agendamento. É apoio operacional à secretária. A IA:

O titular pode solicitar revisão humana de decisões automatizadas (Art. 20) pelos canais da Seção 14.

8. Compartilhamento e suboperadores

Compartilhamos dados com suboperadores selecionados, sob contrato e instruções de tratamento:

SuboperadorFinalidadeLocalObservação
Meta Platforms (WhatsApp Business Cloud API)Transporte das mensagens de WhatsApp com pacientesEUA/globalCanal oficial da Meta
Provedores de IA/LLM — OpenAI (padrão), Anthropic, Google (Gemini), Moonshot (Kimi), DeepseekGeração das respostas da secretária de IA e classificação de intençãoEUA (OpenAI, Anthropic, Google) e China (Kimi, Deepseek)Escolhido por organização; sujeito à política de residência (Seção 9)
OpenAI WhisperTranscrição de áudios/notas de voz (quando usado)EUA
StripeProcessamento de pagamentos (BRL, PIX + cartão)EUA/globalNão armazenamos número completo de cartão
ResendEnvio de e-mails transacionaisEUA
CloudflareCDN/edge/DNS e hospedagem do site institucional (Cloudflare Pages)GlobalSite institucional
Hospedagem da aplicação + banco PostgreSQLInfraestrutura e armazenamento dos dados da PlataformaServidor (VPS) dedicadoAcesso restrito + TLS
SentryMonitoramento de errosEUAConfigurado para não registrar PII

Também podemos compartilhar: com autoridades (lei/ordem judicial); em reorganização societária; com consultores sob sigilo. Não vendemos dados pessoais nem os usamos para publicidade de terceiros.

9. Transferência internacional (LGPD, Art. 33)

Alguns suboperadores tratam dados fora do Brasil (ex.: Meta, OpenAI, Anthropic, Google, Resend, Stripe, Cloudflare e Sentry, tipicamente nos EUA; e, quando habilitados, Kimi/Deepseek na China), com base nas hipóteses do Art. 33: cláusulas contratuais e garantias adequadas, execução de contrato e, quando exigível, consentimento específico e destacado.

Política de residência de dados. A escolha do provedor de IA é configurável por organização e está sujeita a uma política de residência de dados com dois modos: any (a clínica autoriza o uso de qualquer provedor habilitado) e dpa_only (dados pessoais sensíveis só são roteados a provedores com garantias contratuais adequadas — DPA), o que restringe o envio a provedores em jurisdições de maior risco, como Kimi/Deepseek na China. Cabe à clínica (Controladora) definir o modo aplicável, ciente de que provedores fora do Brasil implicam transferência internacional de dados sensíveis de saúde.

10. Direitos do titular (LGPD, Art. 18)

Você pode exercer: confirmação e acesso; correção; anonimização, bloqueio ou eliminação; portabilidade; eliminação dos dados tratados com consentimento; informação sobre compartilhamento; revogação do consentimento; e revisão de decisões automatizadas (Art. 20).

Como exercer: use o Portal do Titular ou escreva ao Encarregado (Seção 14). Para dados de paciente, a clínica (Controladora) é o ponto primário; nós, como Operadores, auxiliamos. Poderemos solicitar informações para confirmar sua identidade.

11. Retenção e eliminação

Após o prazo, os dados são eliminados ou anonimizados de forma segura.

12. Segurança da informação (Arts. 46–49)

Transparência de implementação. Estamos fortalecendo controles que ainda não estão plenamente ativos e que, por isso, não afirmamos como já vigentes: (a) criptografia em repouso das anotações clínicas (parte ainda em texto puro — em implementação); (b) isolamento de inquilinos reforçado no banco; (c) redação e gating antes do envio a provedores de IA offshore. Atualizaremos esta seção à medida que cada controle entrar em produção.

Em caso de incidente de segurança com risco relevante, comunicaremos a clínica (Controladora) e, quando cabível, a ANPD e os titulares (Art. 48).

13. Tratamento como Operadora — DPA

O tratamento de dados de pacientes em nome da clínica é regido pelo Acordo de Tratamento de Dados Pessoais (DPA), que integra o contrato e detalha obrigações, suboperadores, transferência internacional, incidentes e devolução/eliminação.

14. Encarregado (DPO), ANPD e contato

15. Cookies, alterações e foro

Usamos cookies essenciais e de análise — detalhes na Política de Cookies. Podemos atualizar esta Política; a versão vigente fica publicada com a data de atualização. Rege-se pelas leis brasileiras, foro da Comarca de «cidade/UF a confirmar», ressalvada competência legal diversa.

MedFollowUp é um produto da Mazacode LTDA.